“Fostering”, ou “família acolhedora”: você já ouviu falar disso?

Faz um tempo que ando dividida entre a resistência em expor uma parte da minha vida que considero privada e a utilidade de falar sobre um assunto que mexe muito comigo e que mudou a minha vida significantemente. Com esse post, está decretada a vitória da última opção. 

No mundo todo, existem situações em que crianças não podem mais ser cuidadas por suas famílias e precisam ser retiradas de casa. Os motivos que levam a isso são muito diversos, mas é bom lembrar que a culpa NUNCA é da criança. Alguns exemplos que constituem a maioria dos casos, aqui no Reino Unido são: mães/pais com problemas de alcoolismo e/ou vícios em outras drogas, com problemas de saúde mental, violência doméstica, agressões, negligência, envolvimento com criminalidade e/ou entrada em sistema prisional, entre outros. 

Quase nunca, ao contrário do que se pensa, essas crianças entram no sistema de adoção imediatamente. Muitas vezes, os problemas são temporários, e busca-se apoiar as famílias para que consigam seus filhos de volta, visando a reintegração. Só quando, e se, todos os recursos forem esgotados é que se considera a possibilidade de adoção. Tudo isso – investigação e avaliação do problema, trabalho com família de origem, avaliação de pais e familiares, das necessidades da criança, etc – leva tempo. E, durante esse tempo, em que o futuro de uma criança vulnerável está sendo decidido, quem cuida dela? 

O pub mais assombrado da Escócia?

É assim que um bar em Edimburgo, o “The Banshee Labyrinth” se autointitula. “Banshee” é uma entidade folclórica que figura em lendas da Irlanda e da Escócia.

Dizem que aparece na forma de um espírito feminino que anuncia a morte de alguém na família de quem a vê. Na maior parte das vezes, porém, escuta-se só seu grito aterrorizante.

St Margaret’s Chapel: a construção mais antiga de Edimburgo

A construção mais antiga de Edimburgo está dentro do castelo: a Capela de St Margaret, erigida em 1130, pelo rei David I, em homenagem à sua mãe, que morreu em 1093.

Margaret era conhecida por sua devoção religiosa. Ela fundou várias igrejas e monastérios, instituiu o sábado como dia santo de descanso, na Escócia, e aproximou os costumes católicos daqui aos de Roma.

Tolbooth Tavern

É impossível passar e não reparar na Tolbooth Tavern, em Edimburgo.

Construído em 1591, o prédio tinha funções administrativas, entre elas, coletar pedágios (tolls) de viajantes, por isso o nome. Também serviu como prisão, no século XVII. Virou uma taverna em 1820, e está em funcionamento até hoje. O relógio foi colocado em 1884.

E claro que, com essa aparência, idade, e estando na cidade em que está, é óbvio que tem fama de ser mal-assombrada!!!

Canongate Kirk

A Canongate Kirk (“kirk” é “igreja” em escocês) fica no final da Royal Mile e tem, no topo, a cabeça de um cervo com uma cruz entre os chifres (lembram do post sobre a Holyrood Abbey e essa história?).

A rainha Elizabeth II, às vezes, a frequenta para atender o serviço religioso, quando está em Edimburgo. Sua neta, Zara Phillips, se casou nessa igreja, em 2011.

Page 21 of 62

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén

You cannot copy content of this page